Todos os dias nos deparamos com desafios, pequenos ou grandes, mas que exigem de nós sabedoria para chegar a solução sem perder a cabeça.
Pelos dados do Procon, a operadora Vivo, até por sua larga fatia de mercado, tem estado no topo das reclamações de consumidores.
Em alguns casos o cidadão, depois de muito estresse, acaba frustrado e sentindo-se impotente diante da burocracia. Mas há também os casos em que a solução ultrapassa as barreiras do joguete de respostas vagas. Mais do que isso, há casos em que a compreensão e paciência levam ao entendimento e a amizade.
Foi assim com Tânia Regina de Oliveira Ferreira, da ONG “Meu Anjo Daniel”, de Assis, e Stephani Duarte Lima, moradora de Florínea. Ao comprar um smartfone em Assis, Stephani recebeu o número de Tânia e ao tentar utilizar o WhatsApp descobriu que o chip pertencera a Tânia.
Em vez de tentar anular o número, simplesmente, Stephani entrou em contato com Tânia e juntas foram até a Loja da Vivo, sendo bem atendidas por Camila Monteiro. Tânia e Stephani combinaram de se encontrar no shopping para, de lá, irem até a loja da Vivo.
O descuido da Vivo na transferência do número resultou na amizade entre as consumidoras. Tanto que, Stephani se prontificou a ser colaboradora no Projeto Meu Anjo Daniel fotografando a festa de final de ano da organização no próximo dia 22 de dezembro. “Deus sempre dá uma força mesmo em meio às agruras”, concluíram.
Texto Renata Baldo
Foto - Arquivo pessoal
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